A Venezuela permanece em turbulência dias após o ditador Nicolás Maduro e a esposa dele, Cilia Flores, terem sido capturados por forças americanas em Caracas.
Na segunda-feira (6), Maduro e Flores se declararam inocentes das acusações de tráfico de drogas e porte de armas em sua primeira aparição no tribunal, em Nova York, na qual Maduro declarou: “Eu ainda sou o presidente do meu país”.
A próxima audiência está marcada para 17 de março. Nem Maduro nem Flores estão buscando fiança ou libertação imediata.
Na Venezuela, Delcy Rodríguez, aliada de Maduro, tomou posse como presidente interina ainda na segunda-feira, embora o presidente Donald Trump tenha afirmado repetidamente que está no comando e não tenha descartado uma intervenção militar mais ampla no país sul-americano caso o regime não coopere.
Saiba o que pode acontecer a seguir.
Posição dos Estados Unidos
O chefe de gabinete adjunto da Casa Branca, Stephen Miller, caracterizou o envolvimento americano na Venezuela como uma “operação militar em andamento”, mesmo que o governo tenha afirmado que a captura de Maduro foi uma ação policial.
Ele que os EUA estão usando seu controle sobre a economia venezuelana como forma de pressionar o novo governo a fazer o que Trump quer.
Segundo a autoridade, a Casa Branca não descartou futuras acusações contra autoridades venezuelanas.
